
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral providências sobre uma suposta mobilização coordenada de buscas e hashtags pelo canal Exército do Lula, administrado por André Janones (Rede-MG). A manifestação, assinada em 20 de outubro às 22h53, foi divulgada pelo Poder360 na madrugada desta quarta-feira, 21.
O documento integra a petição cível 0603214-33.2026.6.00.0000. A defesa solicita que a supervisão das plataformas alcance Google e X, além da Meta, e questiona a atuação do WhatsApp em relação ao canal. O texto consultado é uma peça da campanha, não uma decisão do tribunal.
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O que a campanha solicita
Os advogados afirmam que usuários receberam orientações para pesquisar termos negativos sobre Flávio e elevar hashtags. Pedem dados agregados sobre a evolução dessas buscas e publicações, informações sobre políticas das plataformas e medidas para detectar eventual amplificação artificial.
A defesa também requer dados sobre um anúncio que teria direcionado usuários ao canal e prioridade na tramitação. Os prazos de resposta mencionados no documento são pedidos dos autores; não devem ser confundidos com ordens já expedidas pelo TSE.
Relato e confirmação judicial
A leitura da petição confirma a existência dessas solicitações e acusações. Ela não demonstra, por si, que os algoritmos tenham sido manipulados ou que tenha ocorrido infração eleitoral.
O Poder360 informou que procurou Janones e não havia recebido resposta até a publicação de seu texto, às 04h19. Trata-se do contato feito pelo veículo. O Poder Central não apresenta os pedidos como medidas já concedidas.



