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Corinthians paga R$ 8 milhões à União, mas ainda tem R$ 19,3 milhões em parcelas atrasadas

Depósito cobre pendências previdenciárias; reportagem do ge informa que outras obrigações do acordo seguem vencidas.

Alameda arborizada nos jardins do Parque São Jorge, sede social do Corinthians.
Jardins do Parque São Jorge, sede social do Corinthians, em 28 de agosto de 2015. Foto de arquivo: Anderson Bueno Pereira, via Wikimedia Commons. CC BY-SA 4.0. Origem; redução de tamanho para publicação.

O Corinthians pagou pouco mais de R$ 8 milhões à União para regularizar parcelas previdenciárias atrasadas do acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A informação foi publicada pelo jornalista Gabriel Oliveira, do ge, na quarta-feira (21), e repercutida nesta quinta (22) pelo Poder360.

O pagamento não encerra as pendências da renegociação. Segundo o ge, R$ 19.318.464,72 em prestações não previdenciárias permanecem atrasados desde junho.

Duas partes do acordo

O acordo firmado em fevereiro de 2026 reduziu a dívida tributária estimada em R$ 1,2 bilhão para cerca de R$ 679 milhões. O contrato público da PGFN diferencia as obrigações previdenciárias das demais dívidas e prevê condições próprias de pagamento.

As obrigações não previdenciárias foram divididas em 120 prestações mensais, enquanto as previdenciárias têm prazo de 60 parcelas. A referência é a débitos com a União, não ao financiamento do estádio.

Regularização ainda é parcial

De acordo com o ge, o clube pagou as quatro primeiras parcelas no prazo e atrasou as quatro seguintes. A reportagem informa que a PGFN notificou o Corinthians sobre a inadimplência em agosto.

O contrato prevê a falta de três parcelas consecutivas ou alternadas entre as hipóteses de rescisão. Isso não significa que o acordo já tenha sido encerrado: o fato relatado agora é um pagamento parcial das pendências.

Em resposta ao ge, o Corinthians afirmou trabalhar para resolver o problema o quanto antes. O Poder Central não realizou entrevista própria com a diretoria.

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