
O Corinthians pagou pouco mais de R$ 8 milhões à União para regularizar parcelas previdenciárias atrasadas do acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A informação foi publicada pelo jornalista Gabriel Oliveira, do ge, na quarta-feira (21), e repercutida nesta quinta (22) pelo Poder360.
O pagamento não encerra as pendências da renegociação. Segundo o ge, R$ 19.318.464,72 em prestações não previdenciárias permanecem atrasados desde junho.
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Duas partes do acordo
O acordo firmado em fevereiro de 2026 reduziu a dívida tributária estimada em R$ 1,2 bilhão para cerca de R$ 679 milhões. O contrato público da PGFN diferencia as obrigações previdenciárias das demais dívidas e prevê condições próprias de pagamento.
As obrigações não previdenciárias foram divididas em 120 prestações mensais, enquanto as previdenciárias têm prazo de 60 parcelas. A referência é a débitos com a União, não ao financiamento do estádio.
Regularização ainda é parcial
De acordo com o ge, o clube pagou as quatro primeiras parcelas no prazo e atrasou as quatro seguintes. A reportagem informa que a PGFN notificou o Corinthians sobre a inadimplência em agosto.
O contrato prevê a falta de três parcelas consecutivas ou alternadas entre as hipóteses de rescisão. Isso não significa que o acordo já tenha sido encerrado: o fato relatado agora é um pagamento parcial das pendências.
Em resposta ao ge, o Corinthians afirmou trabalhar para resolver o problema o quanto antes. O Poder Central não realizou entrevista própria com a diretoria.



















