Política

PF pede mais prazo em investigações sobre Lulinha; defesa contesta

Pedidos apresentados em 2 de outubro ainda aguardavam decisão nos relatos consultados; advogados dizem que apurações deveriam ser encerradas.

Colunas e fachada do Supremo Tribunal Federal em Brasília
Sede do STF em 17 de fevereiro de 2025. Foto de arquivo: Pedro França/Agência Senado, CC BY 2.0. Redimensionada e recortada para exibição. Origem da imagem. Licença.

A Polícia Federal pediu mais prazo para concluir duas investigações sobre suspeitas de tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A informação foi divulgada pelo Estadão e confirmada pela CNN Brasil em reportagem de 20 de outubro.

Os pedidos foram apresentados em 2 de outubro, quando terminou o prazo inicial de 60 dias. Segundo CNN e UOL, não havia decisão autorizando a prorrogação nos relatos consultados. Não se trata de pedido protocolado nesta quarta-feira, 21.

Diligências e contestação

Os veículos relatam que a PF quer concluir análises sobre viagens, movimentações financeiras e relações com empresas e órgãos federais. O Poder Central não consultou a íntegra dos autos sigilosos.

Em nota de 20 de outubro reproduzida pela CNN, a defesa de Lulinha contestou a continuidade e afirmou que não há pagamentos de Roberta Luchsinger em seus extratos. A defesa da empresária também pediu o encerramento das apurações.

As suspeitas estão sob investigação. O pedido de prazo não comprova crime, não é denúncia nem condenação, e a posição dos advogados deve ser distinguida das conclusões ainda pendentes.